Escola Municipal de Ensino Fundamental Antônio Lemos – EMEFAL.
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O HISTÓRICO DO CONJUNTO ARQUITETÔNICO ANTÔNIO LEMOS EM SANTA IZABEL DO PARÁ: UMA HERANÇA DA BELLE ÉPOQUE NA AMAZÔNIA
Resumo:
O presente trabalho visa divulgar a história de um patrimônio arquitetônico projetado
no período econômico do ciclo da borracha na Amazônia, o imóvel está situado na
cidade de Santa Izabel do Pará, foi idealizado por Antônio Lemos - influente
personalidade histórica na política paraense. Pretende-se fomentar a importância
histórica e patrimonial desse bem, considerando que grande parte da população
local desconhece a origem histórica desse patrimônio edificado.
Rosa, Larisse, E Melo, Diogo. "O HISTÓRICO DO CONJUNTO ARQUITETÔNICO ANTÔNIO LEMOS EM SANTA IZABEL DO PARÁ: UMA HERANÇA DA BELLE ÉPOQUE NA AMAZÔNIA" II Sebramus (2015) (2019): n. pág. Web. 24 Nov. 2024
O POTENCIAL PATRIMONIAL E MUSEOLÓGICO DO CONJUNTO ARQUITETÔNICO ANTÔNIO LEMOS EM SANTA IZABEL DO PARÁ
Resumo: O Conjunto Arquitetônico Antônio Lemos foi idealizado pelo Intendente Antônio
Lemos (1843-1913) com pretensão de abrigar meninas órfãs do Orphelinato
Paraense. A construção foi viabilizada pela promulgação da Lei nº 370 de 28 de
dezembro de 1903, a partir disso foi providenciado um terreno de setenta hectares
na Vila de Santa Izabel para a edificação do prédio do orfanato. As obras foram
iniciadas em meados de 1905, sendo paralisadas em 1911 por motivos políticos, e
retornaram em 1926 no governo de Antônio Crespo de Castro (?-?) devido
mobilização por parte da Fundação Mac-Dowell. O Conjunto Arquitetônico passou
por diversas mudanças institucionais ao longo dos anos e atualmente sedia o
Colégio Estadual Antônio Lemos. O referido imóvel é reconhecido como patrimônio
da cidade de Santa Izabel por uma parcela da comunidade izabelense, tendo em
vista a relevância histórica da construção e seu significado para o município.
Destaca-se que parte do prédio do Conjunto foi tombada pela SECULT/DPHAC em
1982. Esse trabalho visa apresentar os diversos potenciais desse espaço,
considerando seu significado patrimonial presente na oralidade de munícipes e
pessoas vinculadas ao prédio. A metodologia se deu por meio de consultas em
documentos oficiais, levantamento de dados, registro fotográfico e descrição
arquitetônica da fachada. Pretendendo também expor alternativas para aperfeiçoar a
ideia de pensar o lugar como futura instituição museal, e consequentemente
preservar, pesquisar e divulgar o Conjunto Arquitetônico e seu acervo.
ROSA, Larisse de Fátima Farias da. O potencial patrimonial e museológico do conjunto arquitetônico Antônio Lemos em Santa Izabel do Pará. Orientador: Diogo Jorge de Melo. 2015. 64 f. Trabalho de Curso (Bacharelado em Museologia) - Faculdade de Artes Visuais, Instituto de Ciências da Arte, Universidade Federal do Pará, Belém, 2015.
MEMÓRIA A CERCA DA TOPONÍMIA IZABELENSE
Resumo: Este trabalho tem como tema a história social da Amazônia, buscando responder a
problemática quanto à nomenclatura do município e seguindo o objetivo de
promover debate acerca história local, entender e valorizar a memória social sobre a
polêmica que envolve a origem do nome deste município usando uma Metodologia
qualitativa. O estudo bibliográfico histórico intitulado Memória a cerca da Toponímia
izabelense, estruturado em três capítulos e destinado à sistematização de uma fonte
histórica que faça referência ao processo de construção da memória histórica da
origem do nome do Município de Santa Izabel do Pará contada por escritores locais,
consta de uma análise bibliográfica e documental pautadas na revisão de livros
como o de Nestor Ferreira - Historia do Município de Santa Izabel do Pará e
documentos como Relatório dos Presidentes e Ata de Instalação da colônia de
Benevides, como também consulta em jornais e revistas sobre o referido assunto.
Conclui-se que este tema polêmico que já existe há mais de um século, está repleto
de pontos de vista diferenciados, de um lado a memória popular de outro a memória
oficial. Portanto o trabalho, foca em uma questão local pretende contribuir com o
debate acerca das questões sobre Memória e Identidade Cultural.
FERREIRA, Fábio Menezes do Nascimento Ferreira; COSTA, Péricles Ribamar Costa da. Memória acerca da toponímia izabelense. Orientador: Maria Raimunda Martins. 2013. Trabalho de conclusão de curso (Licenciatura plena em História) - FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA, Belém, 2013.
NAS CORRENTEZAS E CONTRA CORRENTEZAS DO RIO CARAPARU: MEMÓRIA E HISTÓRIA EM COMUNIDADES TRADICIONAIS NA AMAZÔNIA ORIENTAL (1912 – 1950).
Resumo: Este trabalho trata da dinâmica do processo de formação e desenvolvimento de
povoados ao longo do curso do rio Caraparu no contexto da primeira metade do século
XX, mais precisamente no período de 1912 a 1950, localizados ao sul do atual
Município de Santa Izabel do Pará. O objetivo é relacionar a produção agro-extrativa e
o comércio de batelões, com a utilização do rio Caraparu, enquanto estrada fluvial. Até
1950 essas populações viviam às margens do referido, e por isso construíram um
imaginário de crenças em seres do fundo e do âmago da mata, o que associa com as
práticas da pajelança cabocla, ao mesmo tempo em que praticavam o catolicismo de
devoção aos santos. Para alcançar o objetivo, optamos em utilizar as técnicas e os
procedimentos da história oral, trabalhando na coleta de narrativas nas comunidades de
Boa Vista do Itá e vila de Caraparu, ao mesmo tempo em que procedemos à
garimpagem de documentos escritos. A proposta é trabalhar as narrativas vindas da
oralidade, com fonte indiciária, ou seja, fornecendo as evidências dos fatos, para então
fazermos a coleta das outras formas de fontes. A partir do entrecruzamento das fontes,
busca-se compreender as complexas relações que tais populações construíram como a
relação entre a economia de pequena escala e uma religião popular, típica de áreas
rurais, compostas por populações ditas tradicionais.
PAZ, Raimundo Franciel. Nas correntezas e contra correntezas do rio Caraparu: memória e história em comunidades tradicionais na Amazônia Oriental (1912 – 1950). Dissertação (Mestrado). Belém: Programa de Pós-Graduação em História Social da Amazônia - UFPA, Belém, 2012.
CONTOS DE RIOS: MEMÓRIAS SOBRE AS ÁGUAS E O ENSINO DE HISTÓRIA EM SANTA IZABEL DO PARÁ.
Resumo: O presente estudo aborda a perspectiva ambiental com destaque para os rios nas aulas de
história. Tem por objetivo analisar a percepção dos alunos sobre a relação entre os rios
Izabelense, Jordão e Caraparu e a história de Santa Izabel do Pará, seguindo os embasamentos
teóricos propostos pelo campo da história ambiental. Para tanto, utilizamos da história oral
como metodologia para produzir as memórias ambientais izabelenses a partir das falas dos
moradores antigos e que, por meio destas, os alunos conheçam os usos, experiências e práticas
sociais vivenciadas entre os sujeitos e os rios, ao mesmo tempo em que analisaram as obras
existentes sobre a história da cidade, para que entendessem o que esses autores falavam sobre
os rios e a natureza ou se não falavam sobre eles. Como produto desta dissertação foi feito,
então, o e-book “Contos de Rios: histórias izabelenses” no qual os alunos em sua escrita e
ilustração dos contos utilizaram as memórias ambientais amealhadas e com o auxílio das
informações presentes nas obras analisadas apontaram os espaços que consideravam
significativos para a história do lugar e assim escreveram seus textos que apresentam novas
narrativas sobre Santa Izabel do Pará, agora incluindo os rios. Com isso, os alunos refletiram
sobre as questões e crises ambientais existente no local, protagonizando a produção do
conhecimento e, com o domínio deste, desenvolveram sua consciência ambiental, sendo
críticos dos problemas do presente em relação à água e aos rios, podendo exercitar a sua
cidadania a partir das questões refletidas nas suas aulas de história.
RIBEIRO, Ligia Mara Barros. Contos de rios: memórias sobre as águas e o ensino de História em Santa Izabel do Pará. Orientador: Wesley Oliveira Kettle. 2021. 213 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Ensino de História) - Campus Universitário de Ananindeua, Universidade Federal do Pará, Ananindeua, 2020.